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Manual
para Acessibilidade aos prédios residenciais da cidade do
Rio de Janeiro
RECONHECENDO
A NOSSA DIVERSIDADE
Somos
iguais em direitos e deveres. Homens ou mulheres, pessoas altas
ou baixas, negras ou brancas, jovens ou idosas, todos merecemos
receber a mesma atenção e respeito em nossa condição humana. Ao
mesmo tempo, dentro dessa condição comum, somos indivíduos com características
próprias, diferentes uns dos outros, compondo a diversidade de nossa
sociedade.
Alguns
trazem a marca da diferença revelada em seu corpo de um modo mais
concreto e visível, como as pessoas com deficiência física, que
têm dificuldade para se locomover pelos lugares ou para alcançar
ou manusear objetos. Outros apresentam diferenças em relação aos
seus sentidos, como as pessoas com deficiência visual ou auditiva,
que têm limitações para ver ou ouvir ou para se comunicar. E, ainda,
as pessoas com deficiência mental, com diferenças em sua capacidade
de compreender e de aprender.
As
deficiências variam muito, podendo ser parciais ou completas, dependendo
da gravidade da doença que as originou ou das lesões deixadas por
um acidente. Em geral, a doença causadora de uma deficiência não
dura para a vida toda. Logo, deficiência não é doença, é conseqüência,
ainda que tenha sido causada por uma enfermidade.
As
limitações podem ocorrer em maior ou menor grau, mas não incapacitam
a pessoa para uma atuação social ativa e produtiva. Mesmo as portadoras
de deficiências mais graves têm o direito e podem levar uma vida
independente. Todas continuam a desejar, sentir, decidir, fazer
escolhas e assumir responsabilidades.
Na
verdade, todos nós em algum momento da vida temos nossa mobilidade
reduzida, de forma temporária ou permanente. As pessoas grandes
ou muito pequenas, as grávidas, outras que quebraram a perna ou
o braço, as que estão carregando compras ou empurrando um carrinho
de bebê, ou ainda, quando envelhecemos, todos vamos necessitar de
facilidades para a nossa locomoção e comunicação.
Dependendo
do tipo da limitação, pode ser utilizado algum equipamento de ajuda,
como cadeiras de rodas, muletas, andadores e bengalas, ou o apoio
de cães guias, no caso dos cegos. Mas isso não é suficiente para
uma locomoção livre e segura. Como vencer os degraus de uma escada
com a cadeira de rodas? Ou, no caso dos idosos, sem o apoio de um
corrimão adequado?
As
maiores dificuldades para o deslocamento podem não estar nas deficiências
ou limitações, mas, principalmente, nos obstáculos encontrados.
São barreiras existentes nas ruas e edificações, no transporte,
na comunicação e até no comportamento dos outros e que limitam muitas
pessoas na sua capacidade de ir e vir, de comunicar-se, de relacionar-se
e de participar da vida do lugar em que vivem.
Para copiar
o Manual para Acessibilidade, em formato PDF, clique
aqui (arquivo com 5.085Kb).
Ou
consulte o manual diretamente:
- Apresentação
- Reconhecendo nossa diversidade
- Adaptando o lugar que vivemos
- Dimensões básicas que devemos
conhecer
- Símbolo internacional de acesso
- Detalhes e cuidados no prédio
- Pode entrar, a casa é sua...
- Acesso a portaria
- Na portaria
- Circulando nos andares
- Nas áreas de recreação
- É bom lembrar que...
- Documentação necessária para
licenciamento de obras de adaptação
- Órgãos que licenciam obras
na cidade do Rio de Janeiro
- Lei Municipal No 3.311 de
4 de dezembro de 2001
- Decreto Nº 22705 de 07 de
Março de 2003
Leia
outras matérias apresentadas nas colunas ABC Micro, Alimentos,
Dicas no Portal, Gestão Condominial, Jardinagem, Painel
dos Leitores, Pequenos Reparos, Notícias do Rio, Reciclagem,
Terapias Alternativas e Turismo.
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